domingo, 19 de novembro de 2017

Uma questão de perspectiva II

Ha um ano atrás escrevi um dos meus posts mais queridos, com o nome "Os sonhos mudam". Hoje constato que apesar de ter mudado bastante, os sonhos não mudaram e principalmente e muito além do sonho material, o "escolhido" não mudou, isso depois de ter estudado tanto sobre as leis da vida e ter mudado tantas perspectivas - então realmente significa muito amor, rsrsrs.


gesto típico de blake para que os participantes do the voice o escolham -imagem giphy

Há uns meses eu disse a ele por mensagem que quero ser em sua vida um ponto de paz, de tranquilidade, capaz de conversar sim sobre o cotidiano mas também, sobre interesses criativos e que o desliguem da rotina, o que creio corresponder ao que sou hoje, e estou feliz por isso. Em relação aos sonhos, hoje sei que não seria correto sob a perspectiva quântica sentir meus sonhos se estes estiverem distorcendo sua subjetividade - ou o amor, tão grande, perderia o sentido. O ponto em aberto é, estão meus sonhos em consonância com o livre-arbítrio dele, ou seja, do que ele espera e almeja para sua vida?

domingo, 12 de novembro de 2017

"Se ocupe com medos reais"




Conheci recentemente Jout Jout no programa Fora da Caixa (muito bom!) da Globosat e me tornei sua superfã pela capacidade que tem de ser quem é, simplesmente, e sua autenticidade se traduz em bom humor.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Sobre o silêncio da vida, um dia antes do dia da morte

Você já parou para ouvir o silêncio ao seu redor?

Há um ou dois anos - desde que passei a percebê-lo - tenho me perguntado como às vezes conseguimos ouvir o silêncio em meio à constante movimentação da cidade com televisões, rádios, carros, pessoas ... mesmo assim, em alguns intervalos, há silêncio quebrado somente pelos sons da natureza. (você consegue?)


imagem freepik


Esse nível de ausência de ruído aumentou em minha vida consideravelmente nos últimos meses devido, eu sei, a todos os caminhos de estudo e prática que venho percorrendo, pelo simples motivo de que praticamente não há mais barulhos na mente (ver aqui). O silêncio externo é regido pelo silêncio interno que de nenhuma forma ilustra vazio, e sim contemplação, apreciação, graciosidade, revelando o sabor simples do que é estar viva.