sábado, 8 de julho de 2017

As flechas dos sentimentos

"Enquanto viver e amar, haverá flechas atravessando seu caminho". Essa fala de Buda está no livro "O cérebro de Buda", excelente para quem deseja ler sobre Neurociência na vida prática!


Um dos tópicos mais interessantes que encontrei fala sobre situações desagradáveis que desencadeiam algum tipo de emoção - essa seria a primeira flecha. O problema começa quando reagimos a esta emoção desencadeando outras emoções - as flechas secundárias, ou "aquelas que atiramos em nós mesmos". As flechas secundárias geralmente desencadeiam uma série de outras flechas numa reação em cadeia, causando um sofrimento que poderia ser evitado.



Por exemplo, você foi assaltado. A primeira flecha é o medo, que dispara flechas secundárias como insegurança, raiva, sentimento de injustiça e impotência. Há casos em que a primeira flecha não chega a ser disparada, como situações em que a pessoa se irrita sem um motivo direto, simplesmente porque algo sai do seu controle ou não está da forma como gosta ou planejou. E ainda, flechas secundárias disparadas contra uma flecha primordial positiva (!!!!), como quando alguém recebe um elogio e reage fomentando uma série de reações negativas (é por interesse, eu  não mereço, não sou tudo isso, não correspondo à expectativa...).

Se não aprendermos a controlar as reações em relação à primeira flecha, "as flechas secundárias começam a cair carregadas de três venenos: a ganância me torna inflexível com relação ao modo como eu quero que as coisas sejam, o ódio me deixa aborrecido e bravo, e a a ilusão me leva a encarar as situações pelo lado pessoal".

O livro descreve muito bem os desdobramentos físicos relacionados ao sofrimento, que gera um complexo  mecanismo corporal de resposta. Reações à primeira flecha constroem um campo de defesa automaticamente ativado ao primeiro sinal desconfortável. Perigoso, pois quando ativado com certa constância eleva o nível de estresse até a zona de perigo, o que causa a médio prazo problemas sérios de saúde e estados mentais adoecidos com ansiedade e depressão.

A dica para diminuir episódios de sofrimentos desnecessários é aprender a identificar a primeira flecha sem desenvolver uma reação imediata e exacerbada, ou seja, sem disparar contra si mesmo as secundárias. Para tanto é necessário "estar com o que surja, lidar com as tendências da mente para transformá-las e amparar-se no solo da existência".

O caminho não é fácil pois aprendemos a sofrer/alimentar o sofrimento e para desaprender, leva tempo, mas vale à pena: "embora pequenos momentos de ganância, ódio e ilusão tenham deixado vestígios de sofrimento na mente e no cérebro, muitos pequenos momentos de prática substituirão os três venenos, bem como o sofrimento que causam, por felicidade, amor e sabedoria".

Acrescento que tenho lido muito sobre a importância do "aterramento", estar com a consciência suplantada no presente, na percepção do que podemos fazer hoje para tornar nossa vida mais satisfatória, tornando o amanhã uma experiência agradável - como diz acima, "estar com o que surja".

Outro ponto li ainda ontem no livro Linguagem do Corpo: "aquilo que acreditamos ser a única verdade pode não passar de meia informação. Cuidado, pois, com sua própria mente apegada". A mente tem apego ao sofrimento, que mesmo sendo negativo nos faz sentir vivos quando nos está faltando o sentimento do amor.  Tendemos a interpretar qualquer situação por nossa ótica e baseados em nossas experiências pessoais, esquecendo que sempre há o outro lado. Muitas flechas secundárias são disparadas baseadas no prisma particular, na projeção, sem termos conhecimento da percepção do outro lado, e frequentemente disparamos nosso mecanismo de sofrimento a partir de fundamentos que não correspondem à realidade - sofremos em vão. Aliás, o ato de sofrer não resolve nada.

Eu mesma aprendi a mudar essa percepção, a compreender que nem sempre o que eu vejo ou penso corresponde à realidade do outro, e sim à minha interpretação da realidade, e tomar atitudes baseadas nesse fundamento pode nos levar a erros irreparáveis. Bem como, se as coisas não saem do jeito como imaginamos em alguma situação não quer dizer que deu errado, e sim que possivelmente para determinado momento foi o melhor que pode acontecer.

Treine o aprender a controlar o disparo de flechas secundárias e se for para dispará-las, somente de estiverem polarizadas em sentimentos positivos, multiplicando reações de amor, carinho, compreensão, perdão, compaixão e acolhimento, e seja mais paciente, flexível e amoroso com você mesmo.

28 comentários:

  1. Puxa,que interessante leitura,Bia! E sempre recebemos flechadas e por vezes nem sabemos como reagir... ADOREI! bjs praianos,chica

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    1. Oi, Chica!
      É verdade, pelo que entendi o ideal seria justamente não reagir, simplesmente deixar o sentimento da primeira flechada se diluir, o que diminuiria consideravelmente o nível de sofrimento. Afinal, se pensarmos bem, precisamos sempre reagir internamente? Abraços!

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  2. As "flechas" partem do espírito/psique atravessando nosso corpo para se materializar em gestos e ou palavras. Se descuidamos, somatizamos, adoecemos.

    Um abraço, Bia. Boa semana.

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    1. Olá, Apon, tem razão, as doenças são reflexo de somatizações, flechadas constantes mal elaboradas interiormente, hoje conhecendo melhor essa dinâmica consigo entender perfeitamente o que causou meu problema no joelho. Do mesmo modo, só conseguimos a cura quando encontramos e tratamos adequadamente a causa emocional, as flechadas que causaram tamanho estrago. Melhor evitar cuidando bem de quem somos, não? Abraços!

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  3. Bia
    Somos seres reagentes, infelizmente.
    Admiro quem tem auto-controle.
    A melhor coisa a fazer é respirar profundamente e,se possivel, deixar o segundo passo, segundo pensamento ou fala, para depois.
    Excelente texto. Guardado.

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    1. Olá Sissym! Vi esses dias em uma palestra a diferença entre o que é natural e o que é normal. Desenvolvemos várias emoções como a reatividade, que não é um impulso natural, a natureza é pacífica e amorosa. A reatividade passou a ser normal por ser uma emoção aprendida e socialmente não só aceitável, como também estimulada, e dessa forma, podemos aprender a controlá-la. Mas concordo que ter auto-controle nem sempre é só uma questão de querer, visto que vivemos em uma sociedade de provocações, cobranças e injustiças.
      Muito bem colocado, talvez seja difícil controlar as flechas secundárias, mas é preciso prestar atenção em nossas atitudes para que não sejam tomadas em momentos de cegueira emocional.
      Obrigada pelo carinho, abraços!

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  4. Pois, a vida reserva-nos muitas flechas. Há que tentar contorná-las.
    Bom domingo

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    1. Olá, Elisabete, é verdade, porque além daquelas que disparamos contra nós mesmos, há as que disparam em nossa direção, é preciso observação e autocontrole constante. Abraços!

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  5. Boa tardinha, querida amiga Bia!
    Sabe, veio em boa hora seu post ara mim pois recebi uma flecha e ela pode me trazer consequências lindas ou dolorosas se eu não canalizá-la para o bem maior...
    Mesmo confiando em Deus,a gente tem o livre arbítrio de escolher o melhor dos melhores...
    Amei o post pois, nesta semana, atirei uma flecha em mim, doeu muito... Um anjo me ajudou a arrancá-la.
    Seja feliz e abençoada!
    Bjm de paz e bem

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    1. Olá, Rosélia!
      Obrigada por suas colocações, tem razão, muito sábia sua quando diz, "saber canalizá-las para o bem maior". Tenho percebido a importância cientificamente comprovada de nos mantermos sempre atentos em relação ao que pensamos e sentimos, tudo o que canalizamos negativamente é doloroso sobretudo para nós mesmos e reverter essa perspectiva através do livre arbítrio é muito saudável, mesmo não sendo fácil, pois flechas sempre vem de todos os lados, inclusive daqueles que menos esperamos.
      Anjos que nos ajudam a arrancar as flechas internas são mesmo especiais, não é verdade?
      Se cuide bem, para não mirar mais flechas em si mesma! :)
      Abraços!

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  6. Olá,Bia, boa noite, ' in-riba tudis'
    A vida é maravilhosa, mas difícil também. E mais do que nunca, precisamos cultivar o amor, a compreensão e a paz no âmbito individual e relacional, pois todos temos expectativas e suposições acumuladas durante anos, tornando ativo um padrão de exigência para si mesmo e para quem nos rodeiam. As flechas cruzadas serpenteiam, Ou tendemos à acertar uma, ou uma nos acerta. Não estamos sempre cooperando , estamos competindo também -claro que em tese, pois cada um tem suas particularidades- e esta dança exige a capacidade de avaliar o tipo de flechada.Premente o despertar da mente para escolher a flecha que possa nos atingir para extirpar os males e se assim não procedermos a consciência que nos faltaram meios para o que poderia ser evitado. E é como a própria neuroc nos faz refletir ,se o cérebro é a causa do sofrimento, pode ser também a cura...aprendendo maneiras práticas para aumentar o bem-estar, a empatia e a interdependência e assim, diminuir o sofrimento.
    (perdão se não cheguei onde queria com este belo post, estou meio enferrujado à blogagem.)
    Obrigado pelo carinho,feliz semana, belos dias, abraços!

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    1. Oi, Felis! Que bom que está tudis in-riba! :)
      "Todos temos expectativas e suposições acumuladas durante anos, tornando ativo um padrão de exigência para si mesmo e para quem nos rodeiam."
      Tremendo erro tomar atitudes baseados no que supomos (meia verdade, sem saber o que o outro quer/pensa) ou somente para atender as expectativas alheias, o que é diferente de ser gentil, fazer agrados, querer colaborar para tornar a vida do outro melhor. Esses dias vi numa palestra que a sociedade hoje em dia estimula o comportamento "você fará tal coisa para que eu fique bem, e não você mesmo", e com isso o indivíduo acaba se perdendo.
      Bem colocado, competição é outro ponto crucial. Arly Cravo chama de "praga biológica", alguns autores definem como " domínio do cérebro reptiliano", a postura sempre de competição, reação, medo, ansiedade, como se tudo na vida precisasse ser uma luta, aprendida com nossos ancestrais. Em alguns momentos participamos da competitividade sem nem ao menos sentirmos, mas particularmente, se puder escolher, não me envolvo em competição. Sofri muitas comparações na infância (porque a comparação é um meio cruel de competitividade) e não foi bom, até hoje preciso trabalhar para manter a estima saudável. Hoje prefiro a cooperação, o "provar algo" é algo que não me agrada, pois cada um tem suas peculiaridades, comparação reduz demais as possibilidades individuais do ser humano, já competição traz sensações muito fugazes quando bem sucedidas e devastadoras quando mal sucedidas.
      Mas há quem consiga fomentar o melhor de si através da adrenalina da competição, se assim for, então vale. Como colocou, desde que se escolha as flechas positivas.
      Pois é, parece difícil mudar a consciência para o positivo porque estamos habituados e somos estimulados a pensar e agir negativamente, mas todo hábito pode ser mudado, apesar de levar tempo e demandar muita dedicação. Eu sei disso, porque mesmo com disciplina mental e emocional basta um descuido para a sementinha da negatividade começar a crescer, kkkk! O que eu sei é que viver com alegria vale a pena em todos os sentidos.
      Eu gostei muito da sua contribuição, viu? Chegou sim onde queria, tenho certeza! abraços!

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  7. Oi Bia,

    Muito interessante o texto, vivemos lançando e recebendo flechas todo o tempo, boas e más, depende muito do momento de cada um...

    Abçs

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    1. Oi, Vanessa, muito apropriada sua colocação, "depende muito do momento de cada um". As flechas estão aí o tempo todo, mas se estamos numa postura depressiva, amarga, certamente as flechas negativas chegarão com maior intensidade, se procuramos nos manter bem, essas flechas não produzem o tamanho do efeito arrebatador que teriam no negativismo.
      O nosso próprio campo eletromagnético aumenta a probabilidade de um ou outro tipo de flecha nos atingir de acordo com nosso estado emocional emanado.
      O lance é identificar logo e não deixar que uma flecha vire uma bola de neve, a não ser que seja uma flecha benéfica. Abraços!

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  8. Oi Bia!
    Penso que estamos vivendo tempos extraordinários! Quanta contribuição a neurociência tem nos trazido com possibilidades reais de nos oferecer transformações.
    Precisamos sim investir em tempo, transformar em hábito o olhar para nós mesmos e nossas reações. Leva tempo, mais certamente seremos muito mais felizes ao disparamos menos flechas que prejudiquem os outros e a nós mesmos.
    Beijo!

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    1. Olá, Ana! Concordo com você! Conheci a Neurociência nos anos 90 quando vi um primo lendo um livro sobre o assunto, mas ainda não tinha nível de consciência o suficiente para acompanhar com eficiência a linha de raciocínio para pôr em prática.
      Há uns três anos leio bastante sobre e já usei algumas ferramentas pessoais com sucesso, por exemplo, tinha muitos pensamentos improdutivos durante a noite o que prejudicava bastante o sono, após um pouco de prática isso mudou definitivamente.
      Se você gosta do assunto sugiro que conheça melhor a mecânica quântica, que também traz uma série de explicações muito interessantes acerca de nossa influência consciente e inconsciente sobre nossa realidade.
      E quanto melhor somos para nós mesmos, tanto melhor conviveremos com os outros também. Abraços!

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  9. Gostei, Bia. Parece mesmo ser uma leitura interessante e nunca tinha ouvido falar desse termo de flechas secundárias. Costumo ter autocontrole, mas ás vezes é difícil... Ótima postagem. bjsssss

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    1. Olá, Sérgio, eu também nunca havia ouvido falar, e por isso trouxe aqui, achei bem interessante e didático. Ter autocontrole é aprendizado para a vida toda, realmente não é fácil, até porque os contextos não colaboram. É preciso estar centrado o tempo todo e o mais próximo possível do silêncio interior para não reagir. Eu tenho um sistema defensivo aguçado - me fecho - mas estou me empenhando em mudar isso, em relaxar. Abraços!

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  10. Oi Bia
    texto profundo !
    para ler e reler, para aprender
    Eu tenho tido cuidado com as flechas
    tem flecha do amor, também
    é com essas que tento disparar de volta
    não é fácil, mas não é impossível
    descobri que sem as flechas do amor e da solidariedade não podemos viver
    então faço uso delas, mesmo que as vezes, a força, rs

    bjs
    Viva bem !

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    1. Oi, Zizi, que presente seu comentário, que lindo! É isso! Eu gostaria de ter enfocado melhor nesse ponto, no devolver para a vida com amor e solidariedade, mas o texto já estava longo em demasia, rsrsrs.
      Se você age assim, pode ter certeza que já está no caminho certo! Esse texto do livro tem me feito pensar, "por que precisamos sempre reagir, seja com ações ou com sentimentos dolorosos? Por que gostamos tão pouco de nós a ponto de nos deixarmos abalar com pequenezas que só se tornam grandes porque nós permitimos?"
      Vi recentemente numa palestra que se alguém nos deprime ou enraivece com sentimentos ruins é porque nós damos esse poder à outra pessoa, então fomentando o amor próprio e a não reação, quebramos esse círculo.
      Abraços, obrigada pelo carinho e por ter me enviado a mensagem inbox! ;)

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  11. Uma leitura muito interessante, mas esse treino exige um grande força de vontade, coisa que eu possuo em pequena escala.
    Um abraço e bom fim de semana

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    1. Olá, Elvira, ri com seu comentário, é verdade, não é fácil... eu gosto demais quando as pessoas são sinceras como você foi. O importante é, se você vive bem sendo do jeito que é, isso é o que importa, não há uma receita de bolo que dê certo para todo mundo e ninguém precisa ser igual à ninguém. Abraços!

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  12. Oi Bia,
    Eu sempre usei a flecha do bem e quantas flechas más recebi na vida porque tudo que fazia dava certo. Nunca fui reprovada em um concurso- fazia-os para treinar para um outro que queria e deu certo. Quando jovem levava flechada porque era muito bonita e me vestia bem. Ficava quieta. Um dia casei-me com um rapaz de uma cidade grande fiz mais um concurso e passei, assumi o cargo: não queriam me deixar fazer as inscrição, aí perguntei a eles onde estava escrito na constituição que mulher casada não poderia prestar concurso público, briguei até conseguir.Para facilita dei-lhe ate o artigo.
    Faz tempo que sou aposentada, tinha duas carteiras profissionais repletas.
    Eu era inconstante.
    Agora no limiar da vida tomo tantos remédios, ainda bem que tenho o segundo marido, pois o primeiro morreu, que me da na mão o remédio.
    Vou sempre para uma cidade turística e assim vou vivendo a vida como posso.
    Beijos no coração
    Lua Singular

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    1. Oi, Dorli!
      Muito interessante sua estratégia de fazer concursos para treinar, realmente ajuda quando esse é o objetivo, tanto no sentido emocional quanto intelectual.
      Eu gosto muito de conhecer um pouco sobre a história de cada um que passa aqui, você fez valer seus direitos, não devolvia mal com mal, era inconstante porém trabalhadeira, e hoje em dia não se rende. Sempre admirável!
      Abraços, obrigada pelo carinho!

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  13. Bia, gosto muito desse tipo de leitura, essa que ajuda a focar. O mindfulness tão em voga acaba por se cruzar com essa tese das "flechas", isto é, há que focar para evitar reacções em cadeia negativas.
    Tenha uma boa semana.
    Beijo

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    1. Oi, Nina!
      Também gosto muito, sempre que leio algo novo sobre o assunto vejo quantas possibilidades a mente oferece e imagino quantas ainda nem temos conhecimento. O mais interessante é o que colocou, há quem pense que as "novas" ciências como Neurociência e Mecânica Quântica são alienantes, quando na verdade estimulam justamente a atenção plena, o uso da mente de forma extremamente consciente e focada, e evitar reações em cadeia faz parte em pleno desenvolvimento de habilidades autoconscientes. Abraços!

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  14. Oi Bia, bt!
    Amei a dica do livro e vou confessar que embora eu me ache super controlada, em certos momentos eu preciso aprender a me desvencilhar de algumas flechas. Vou comprar o livro e reservar um tempinho p/poder ler e refletir com muita calma.
    Bjssss e uma ótima semana p/vcs é o que desejo

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    1. Oi, Dinha!
      Penso que todos temos o desafio constante de lidar com as flechas, sejam as primárias ou as secundárias, sejam as que recebemos ou emitimos. Somos humanos e estamos na caminhada para aprender, e quando aprendemos algo, aparece algo novo, kkk, vamos seguindo, sem desistir!
      No meu Google+ tem um link com o arquivo do livro em PDF, se quiser pode ser baixado gratuitamente para leitura. Abraços, ótima semana!

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